A ignorância que mata

A ignorância que mata Destaque

Apesar dos inúmeras alertas sobre o perigo que representa o mosquito Aedes Aegypti, que agora além de transmitir a dengue leva a chicungunha e o Zika Vírus, os índices continuam crescendo e Rolândia entra na lista das 14 cidades em epidemia no Paraná.

Um título nada agradável e que não representa o trabalho que os agentes de endemias e a equipe da secretaria de saúde vem desenvolvendo. O último levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) realizado entre cinco e sete de janeiro foi de 6,2%, dois pontos a menos do LIRA anterior. Segundo o Ministério da Saúde o índice aceitável é 1%.

 

O fato é que 80% dos focos estão dentro dos quintais das residências, o que mostra a total falta de interesse de boa parte da população em combater o mosquito.

Seja por preguiça ou ignorância, essas pessoas colocam as próprias vidas, de seus familiares e vizinhos em perigo.

 

Diante da atual situação cabe ao poder público, além de cuidar também do seu próprio quintal, mais rigor na fiscalização e aplicação de multas já que o mosquito continua se proliferando e por mais que os agentes estejam nas ruas, Rolândia encontra-se em estado de epidemia.

Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

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  • 1º caso de Chikungunya é confirmado em Rolândia

    A Secretaria Municipal de Saúde confirmou um caso de Chikungunya em um morador de Rolândia na manhã desta segunda - feira (24 de abril). O caso é importado, ou seja, o paciente contraiu a doença em viagem que fez a Bahia, apresentou os sintomas em Rolândia a partir de 06 de fevereiro de 2017, porem procurou atendimento na Rede Municipal de Saúde no dia 30 de março e os exames confirmaram a doença”, explicou Marcelo Marques Ferreira, gerente de Vigilância Epidemiológica de Rolândia.

    Ainda segundo Marcelo Ferreira, o paciente em questão esta sendo tratado desde a suspeita de Chikungunya e passa bem. “Ações e casos A Secretaria Municipal de Saúde vem fazendo um trabalho intensivo na cidade, visando eliminar qualquer eventual foco do mosquito Aedes aegytpi. Com ações de orientação, prevenção e combate, em parcerias com ramos da sociedade, a Secretaria de Saúde não vem medindo esforços para confrontar o mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya.

    Até o momento, segunda - feira (24), segundo a Secretaria de Saúde, Rolândia registrou 9 casos de dengue em 2017, nenhum caso de Zika e um de Chikungunya em 2017. Chikungunya A doença é produzida pelo vírus chikungunya (CHIKV), transmitida por mosquitos do gênero Aedes, que cursa com enfermidade febril aguda, subaguda ou crônica. A enfermidade aguda se caracteriza, principalmente, por início súbito de febre alta, cefaleia, mialgias e dor articular intensa, afetando todos os grupos etários e ambos os sexos. Em uma pequena porcentagem dos casos, a artralgia se torna crônica, podendo persistir por anos. As formas graves e atípicas são raras, mas quando ocorrem podem, excepcionalmente, evoluir para óbito.

    A febre de chikungunya é uma enfermidade endêmica nos países do Sudeste da Ásia, África e Oceania. Emergiu na região das Américas no final de 2013. O nome chikungunya deriva de uma palavra do idioma makonde, falado no sudeste da Tanzânia, que significa “curvar-se ou tornar-se contorcido”, descrevendo a postura adotada pelos pacientes devido à artralgia intensa.

    O período de incubação intrínseco, que ocorre no ser humano, é em média de 3 a 7 dias (podendo variar de 1 a 12 dias) e inicia-se dois dias antes da apresentação dos sintomas. Geralmente, os sintomas iniciam-se entre 3 e 7 dias após a picada do mosquito (podendo variar de 1 a 12 dias). O CHIKV causa enfermidade aguda, que pode evoluir para quadros subagudos e crônicos, com persistência dos sintomas por meses e até anos. Nem todos os indivíduos infectados pelo chikungunya desenvolvem sintomas. Estudos mostram que 3 a 28% apresentam infecção assintomática.

    Marcelo Marques Ferreira

    Gerente de Vigilância Epidemiológica

     

  • Rolândia moderniza identificação e tratamento de Dengue

    A Secretaria de Saúde informa que adquiriu 1250 unidades de testes rápidos NS1 para diagnóstico de dengue, através de licitação com verbas provindas do VIGIASUS. Este teste será realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS´s) e não precisa de laboratório. Simplesmente fura-se o dedo do paciente e com uma gota de sangue tem-se o resultado que é imediato. Se fosse para Laboratório, a confirmação da doença poderia demorar até um mês.De acordo com o Diretor de Vigilância em Saúde, Rafael Dias, “assim podemos direcionar as ações de campo, os bloqueios de forma mais objetiva e específica, uma vez que iremos bloquear locais com pessoas comprovadamente positivas. Obviamente que todas as suspeitas sempre foram é continuarão sendo bloqueadas no campo, todavia, esta ferramenta auxilia muitíssimo na eficiência dos trabalhos e no retorno para a população”. Este teste permite confirmar a doença de forma precoce 24 horas após o início dos sintomas. E a ferramenta é fundamental para direcionamento de ações e tratamento. 

    Fonte: Da Assessoria 

  • LIRAa em Rolândia aponta baixa circulação de dengue

    Entre os dias 4 a 7 de julho, Rolândia realizou o Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa).   O Índice Predial foi de 0,1%, ou seja, um imóvel com presença do vetor para cada 1.000 imóveis vistoriados.

    Este índice enquadra o município como de baixo risco para a proliferação do Aedes aegypti (conforme o Ministério da Saúde), bem como para a transmissão das arboviroses vinculadas. O Diretor de Vigilância em Saúde, Rafael Dias, da Secretaria Municipal de Saúde, comentou o resultado. “É de suma importância elencar que esta situação é o resultado de trabalhos incisivos e cotidianos, visto que, condições climáticas adversas não são mais tidas como limitadores para proliferação vetorial. Apesar da situação favorável a mobilização social e o trabalho de controle continuam diuturnamente para o enfrentamento do vetor que a cada momento encontra novas formas para se manter no ambiente”, destaca.

    Em 2016, Rolândia registrou 120 casos de dengue, conforme a Secretaria Estadual de Saúde e é um dos municípios com menor incidência de dengue na região de Londrina. A 17º Regional de Saúde, que compreende 21 cidades do norte do Paraná, já registrou mais de nove mil casos da doença.

    Assessoria PMR

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