Audiência Pública mostra ações realizadas pela prefeitura

Audiência Pública mostra ações realizadas pela prefeitura Destaque

Um breve relato, porém detalhado, foi apresentado pela prefeitura municipal de Rolândia em Audiência Pública que mostrou as ações que o município tomou e ainda está tomando para reconstruir a cidade depois da calamidade do dia 11 de janeiro

O prefeito Municipal de Rolândia, Luiz Francisconi Netto (PSDB) fez a apresentação pessoalmente dos dados expostos da noite da última quarta (02) no Centro Cultural Nanuk.

No dia 11 de janeiro Rolândia foi castigada pela maior chuva de todos os tempos, o que levou a cidade decretar estado de Calamidade Pública, só que para chegar ao decreto um longo caminho foi percorrido. "A Prefeitura se mobilizou intensamente para atender os mais atingidos pela forte chuva", ressalta.

Segundo o prefeito a primeira ação do poder público na terça de manhã foi acionar a Defesa Civil do estado do Paraná. "Não existia defesa civil em Rolândia e tivemos que montar uma estrutura em pouco tempo para tentar atender primeiramente as famílias desabrigadas", lembra Francisconi.

A prioridade então foi estabelecer um alojamento provisório no Colégio Municipal Vitorio Franklin para abrigo das famílias em risco. Após a visita nos bairros mais atingidos foram identificadas 38 famílias abrigadas com 250 pessoas desalojadas. "Nosso povo mostrou o quanto é solidário", ressalta o prefeito.

Após a identificação de perdas e danos ocorridos e cadastramento da população atingida, o próximo passo foi interditar os locais de risco afetados pela chuva.

A mais complexa e burocrática ação foi realizar o preenchimento de dados para decretar calamidade pública. Em apenas alguns dias foi preciso rodar a cidade toda com uma pequena equipe de técnicos da defesa civil e engenheiros da prefeitura para levantar e mensurar os danos. Somente na área rural foram mais de 600 km em dois dias.

Com estes dados foi realizado o cadastramento em um sistema online que necessitava de um mínimo de danos comprovados para automaticamente gerar o decreto de calamidade. "Muitas pessoas criticaram e cobraram a demora para o decreto de calamidade, porém poucos sabiam a dificuldade que estávamos passando para conseguir comprovar os danos e ter o reconhecimento no sistema que gerou o decreto", desabafa Francisconi.

Funcionários da prefeitura trabalharam 12 e até 24 horas direto para dar conta da situação que cada vez mais se apresentava calamitosa.

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Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

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