Homem agride mulher no calçadão de Rolândia

Homem agride mulher no calçadão de Rolândia Destaque

Na tarde desta terça (15) uma mulher foi agredida a murros em pleno calçadão da cidade de Rolândia.

Populares seguraram Marcos Lamoni que foi levado pela Polícia Militar até a delegacia onde a esposa informou que daria queixa.

Segundo a vítima, Marcos queria o dinheiro do PIS da mulher e ao negar ele a esmurrou.

A reportagem flagrou o momento em que a população contém o agressor.

 ASSISTA

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Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

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  • Sucateadas, cadeias públicas são 'bomba-relógio' no Norte do Paraná

     

    Superlotação, falta de higiene e fugas constantes. Esta é o realidade de grande parte das cadeias públicas do Norte do Paraná. Apesar de serem construídas para abrigarem apenas presos provisórios, quase 10 mil detentos estão instalados em cadeias públicas ao redor do Estado, número muito maior que o ideal. Deste número, cerca de 70% são provisórios, com quase 3 mil já condenados. Os dados são da Secretária de Estado de Segurança Pública (Sesp). 

    A situação atrapalha a rotina de trabalho, principalmente de policiais civis que ficam com a responsabilidade de vigiar os detentos e acabam sofrendo desvio de funções. 

    Em Rolândia, são 97 detentos em um local com capacidade para 48. Segundo o delegado Bruno Silva Rocha, a situação é insustentável para os profissionais. "Os investigadores não têm treinamento para exercer essa função. Aqui, nós temos um terço do que seria necessário para a investigação e ainda preciso deslocar um efetivo grande para cuidar dos detentos."

    De acordo com o delegado, a presença dos detentos que já foram julgados fazem das cadeias uma bomba relógio para o Estado. "A grande maioria já foi julgada, condenada, eles estão aqui de forma ilegal. Sem esses presos, ficaríamos com um terço dos detentos que abrigamos hoje. Seria o ideal." 

    Outra cidade que vive situação semelhante é Maringá. No começo deste mês, após fazerem um agente refém, 18 detentos fugiram pelo teto do local. No momento da fuga, havia 80 detentos na cadeia. A capacidade é para 16. 

    Os problemas se repetem. Em Ibiporã, são 155 detentos espremidos em um espaço para 35. Segundo o delegado Vitor Dutra de Oliveira, além da superlotação, os policias enfrentam dificuldades para controlar os detentos, devido à proximidade da cadeia com a rua. 
    A proximidade facilita a aproximação de pessoas. Que jogam celulares para dentro das celas. 

    O delegado também sofre com a falta de servidores. "São cerca de dez funcionários, é muito pouco para uma cadeia com 155 detentos. Ainda temos de cuidar do atendimento da população e das investigações". 

    Em Cambé, a capacidade é para abrigar 40 detentos, contudo, atualmente há 200 no local. A cidade sofreu uma das maiores fugas deste ano registradas no Paraná. Foram 31 detentos que cavaram um buraco e conseguiram fugir do local. Apenas três foram recapturados. 


    Bruno Passadore/DPPR/Divulgação
    Bruno Passadore/DPPR/Divulgação

    Soluções 

    A solução para o problema das cadeias públicas do Estado passa pela construção de novas cadeias e pelo desafogamento dos profissionais que atuam nesses locais. "É muita gente. O ideal seria não termos chegado nessa superlotação. Mas, agora, precisamos construir novos locais para esses presos provisórios se instalarem", relata Vitor Dutra. 

    Bruno Silva, delegado de Rolândia, vai além e cita os problemas financeiros das delegacias. "As vezes temos de passar os nossos próprios recursos para a manutenção do local. Isso não poderia acontecer. Além disso, a contratação de um efetivo maior também seria importante para resolver a médio prazo a situação." 

    A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen), para saber as soluções que estão sendo pensadas para os problemas apontadas na reportagem, porém, até o fechamento deste texto, não obteve resposta.

  • Como não se envolver, antes de jornalista sou humano

    Em minha profissão, como jornalista, além de buscar a notícia para informar, contando histórias de outras pessoas e casos do cotidiano, acabo vivenciando experiências e muitas vezes me comovendo além da conta.

    Como ser humano tenho minhas próprias crenças, ideologias e razões. Porém é inerente da profissão a busca constante pela pluralidade, checagem dos fatos e contrarrazões, sendo justo com a informação e relevante para a sociedade.

    Mas existem casos que são difíceis de não se envolver. Nesta semana uma mãe me procurou e chorando me contou que a sua filha de quase quatro anos foi esquecida dentro da Van escolar pela motorista, e é bem provável que esteve presa no veículo das 8 às 11 horas da manhã, quando uma pessoa que passava pela rua a viu chorando e batendo no vidro.

    A criança traumatizada só começou a contar para a mãe detalhes do que havia ocorrido no final da tarde, ela dizia que a “tia” a havia esquecido no carro. “Ela não gosta de mim, por isso me deixou lá?”, perguntou a pequena.

    Segundo apurado pela mãe, a criança foi entregue na escola somente após às 11 horas, e com outra roupa. A menina contou que a “tia” tirou a roupinha dela e passou água no seu pescoço.

    Questionada pela mãe, a motorista da Van disse que viu a criança pouco depois das 8 horas, quando chegou em sua casa e então ficou com ela, pois tinha que fazer algumas coisas na residência.

    Os pais revoltados deram queixa na delegacia de Rolândia e vão abrir um processo contra a motorista da Van. Querem expor o acorrido para que isso nunca mais volte a acontecer com outras pessoas.

    Difícil não se envolver com a história e controlar os sentimentos. Ainda estou checando o relato para que somente depois exponha os nomes. Mas não pude me conter em contar o que ouvi, e mesmo sem dar nomes me senti obrigado a fazer um alerta aos pais.

    É bem provável que eu volte aqui com novas informações, mas por hora, vale o desabafo.

  • Com nova sede delegacia agora é separada da cadeia pública de Rolândia

    Delegacia de polícia e cadeia pública passam a funcionar separadamente com a inauguração da nova sede da DP

     

Localização

Rua: Alfredo Moreira Filho
N°: 362
CEP: 86600-003
Rolândia - PR

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