Plantio de soja e milho do Paraná supera ritmo de 2015

Plantio de soja e milho do Paraná supera ritmo de 2015 Destaque

Estado avançou até esta semana para 80 por cento da área projetada, cinco pontos à frente do índice registrado no mesmo período do ano passado

O plantio de soja do Paraná, segundo produtor brasileiro da oleaginosa atrás de Mato Grosso, avançou até esta semana para 80 por cento da área projetada, cinco pontos à frente do índice registrado no mesmo período do ano passado, com o clima favorecendo os trabalhos nos campos.

O plantio de milho paranaense atingiu 99 por cento da área projetada, ante 91 por cento na mesma época de 2015, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral) divulgados nesta terça-feira. Já a colheita de trigo do Estado, principal produtor do país, atingiu 85 por cento do total, três pontos atrás do verificado no ano passado.

 

Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

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    Nos últimos sete anos o Paraná diminuiu significativamente os índices de mortalidade materna e infantil no Estado. No caso de morte materna a redução foi de 47,2% na comparação com 2010. Os dados foram apresentados nesta terça-feira durante o quarto Encontro Estadual de Grupos Técnicos de Agilização e Revisão do Óbito, em Curitiba. Em 2010, a taxa de mortalidade materna no Estado era de 65,11 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos, índice que caiu para 34 nos dados parciais deste ano. Já a taxa de mortalidade infantil no Estado em 2010 era de 12,15 para cada mil nascidos vivos e caiu para 10,31 neste ano, também considerando dados preliminares.

    Em 2016, quatro regionais de saúde não apresentaram mortes maternas: Francisco Beltrão, Irati, União da Vitória e Telêmaco Borba. Segundo o superintendente de Atenção à Saúde, Juliano Gevaerd, a redução é reflexo das estratégias intensificadas em todas as regiões do Estado. A Rede Mãe Paranaense organiza o atendimento materno-infantil, desde o pré-natal, o pós-parto e o acompanhamento do crescimento das crianças, principalmente durante os primeiros anos de vida. A Rede está presente nos 399 municípios do Paraná e, atualmente, é responsável pelo atendimento de cerca de 80% das gestantes paranaenses, que recebem pelo menos sete consultas e 23 exames.

    Para receber atendimento, as gestantes devem procurar a unidade de saúde mais próxima. De acordo com Juliano Gevaerd, em 2011, o Governo do Paraná estipulou a meta de reduzir o percentual de mortalidade infantil para um dígito. Na comparação entre 2010 e 2017, o Paraná alcançou uma redução de 16% na mortalidade infantil e 11 regionais de saúde já estão dentro da meta estipulada pelo Governo do Estado. Os menores números são de Paranaguá, Paranavaí e Ivaiporã. Já a Organização das Nações Unidas definiu como meta para o Brasil reduzir, até 2030, a mortalidade materna para 20 mortes a cada 100 mil nascidos vivos. 

     

     

    Fonte Paraná Governo do Estado: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=96454&tit=Parana-reduz-indices-de-mortalidade-materna-e-infantil

  • Dr. Osni foi homenageado com o “Diploma de Mérito Ético-Profissional”

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    A homenagem aconteceu nesse sábado (21) em uma solenidade realizada em Curitiba alusiva ao Dia do Médico. Na ocasião Dr. Osni (in memoriam) receberá o símbolo comemorativo da medicina. Representando o médico rolandense estará presente o seu filho Fábio Giordani.

    A cerimônia será transmitida AO VIVO através do portal www.crmpr.org.br.

  • CREA se manifesta quanto a fiscalização de obras

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    Uma queda de cinco metros aconteceu em uma obra em Rolândia quando um homem de 65 anos vistoriava uma construção no centro da cidade.

    Ao publicar a matéria na internet, Marthos Daniel Carvalho Gamba fez críticas à falta de fiscalização afirmando que em sua grande maioria as empresas não contratam trabalhadores cadastrados de acordo com as normas para trabalho em altura. “Isso coloca em risco a vida de pessoas que acabam tendo que se sujeitar a trabalhar correndo riscos eminentes”, lamenta Marthos.

    Esta semana o CREA Paraná retornou aos questionamentos da redação e por isso a pauta volta a ser debatida. O gerente do Departamento de Fiscalização, engenheiro civil Diogo Artur Tocacelli Colella encaminhou nota através da sua assessoria conforme publica-se na íntegra

    MANCHETE DO POVO - A instituição tem cobrado dos órgãos fiscalizadores mais atuação principalmente no que refere a norma NR35 anexos 1 e 2?

    CREA - Sim, temos atuado na prevenção, solicitando que os devidos registros dos cursos de NR-35 prestados por profissionais habilitados sejam apresentadom nas instituições que realizam este tipo de treinamento. Em outubro/2017 (neste período) estamos, inclusive, desenvolvendo Operação de Fiscalização Especializada – OFE, focada neste assunto, para demonstrar para a sociedade a importância da efetiva participação profissional nos trabalhos em altura. Ressaltamos também que recentemente o Crea-PR firmou termo de Cooperação com o Ministério do Trabalho. Com este termo as Câmaras Especializadas, neste caso em especial a Câmara Especializada de Segurança do Trabalho, tem amplificada suas capacidades de atuação – respeitando suas atribuições legais, pois conta com um canal de rápido repasse de denúncias ao Ministério do Trabalho para averiguação de situações específicas.

    MANCHETE DO POVO - O questionamento da reportagem se refere a qual é o papel do CREA quanto à segurança dos trabalhadores em obras e a fiscalização das normas?

    CREA - O Crea-PR tem papel de fiscalizar se os cursos são realizados por profissionais legalmente habilitados e por instituições que possuam o devido registro no Conselho. Com a efetiva participação profissional há a responsabilidade de que a atividade desenvolvida ou ministrada traga para a sociedade a garantia do serviço prestado.

    MANCHETE DO POVO - Qual o comentário que o CREA pode fezer em relação ao problema de falta de fiscalização e acidentes em obras pelo não cumprimento das normas?

    CREA - O Crea-PR não possui atribuição para fiscalização do cumprimento das normas técnicas, cabendo ao Ministério do Trabalho a fiscalização e garantia quanto à realização de treinamento, uso de EPIs e demais especificidades da NR-35. Porém, se evidenciado uma eventual ação indiscriminada antes da efetiva fiscalização, colocando em risco os trabalhadores, o Conselho pode encaminhar denúncia ao órgão competente para medidas necessárias.

    Também no tocante a este assunto, o Crea-PR iniciou apoio aos municípios através do CEIOART (Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionados ao Trabalho no Paraná) na identificação de obras em andamento, cujo objetivo é a redução do número de acidentes em obras.

    A assessoria do Ministério Público do Trabalho Paraná retornou o contato da redação e está preparando a resposta para os questionamentos da reportagem. Está pauta voltará a ser debatida na próxima edição do jornal MANCHETE DO POVO.

    Por Rodrigo Stutz 

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