Na calada da noite

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Os leitores mais atentos aos acontecimentos políticos nacionais devem saber que a câmara federal aprovou uma emenda que altera o texto original das 10 medidas contra a corrupção (projeto de lei 4850/2016).

Proposto pelo Ministério Público e com o apoio de mais de 2 milhões de assinaturas as 10 medidas se tornaram PL (projeto de lei) e tramitava na câmara dos deputados federais. Eis que em surdina foi colocado em pauta e aprovado por 313 votos a favor das alterações, e 132 contra.

Mas e o que podemos fazer? No mínimo exigir uma posição dos parlamentares da cidade, já que eles apóiam abertamente seus deputados e daqui a um ano estarão em campanha pedindo o seu voto novamente.

Então vamos a alguns dos nomes e como votaram.

A favor da alteração que desfigura o pacote anticorrupção:

Alfredo Kaefer (PSL)

Edmar Arruda (PSD)

Ênio Verri (PT)

João Arruda (PMDB)

Nelson Meurer (PP)

Osmar Serraglio (PMDB)

Takayama (PSC)

Contra as alterações:

Alex Canziani (PDT)

Fernando Francischini (SD)

Luciano Ducci (PSB)

Luiz Carlos Hauly (PSDB)

Luiz Nishimori (PR)

Marcelo Belinati (PP)

Reinhold Stephanes (PSD)

Rubens Bueno (PPS)

Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

Itens relacionados (por tag)

  • Deputado Hauly defende 10 Medidas Contra Corrupção

    A Comissão Especial que analisa, na Câmara, o Projeto de Lei das 10 Medidas Contra a Corrupção deve votar na próxima terça-feira o relatório do deputado OnysLorenzoni. Conforme o relator, o atraso na apreciação desta matéria ocorreu porque chegaram novas sugestões. Nos últimos dias houve, de todos os lados, comentários de que o documento original poderia ser alterado em função da pressão de parlamentares implicados na Operação Lava Jato. O próprio ProcuradorDeltonDallagnoldeu entrevistas alertando para o risco do retrocesso no relatório do PL que combate a corrupção.

    Membro da Comissão Especial e um dos responsáveis por acolher como subscritor as 10 medidas na Câmara, o Deputado Luiz Carlos Hauly mais uma vez se manifestou favorável a esse Projeto de Lei. “A quem interessa detonar a Lei da Ficha Limpa, Operação Lava Jato e impedir o avanço das 10 Medidas Contra a Corrupção? Justamente quando o País promove  uma verdadeira cruzada contra a impunidade, temos mais é que apoiar e participar deste momento histórico de fortalecimento das instituições deste País”, acrescentou Hauly.

    Autor da Lei 9.755,  que determinou a transparência total dos gastos públicos por meio da divulgação na internet da página “Contas Públicas”, com balanços, arrecadação, compras e os demais dados envolvendo a União, Estados e Municípios, líder na aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal que impôs limite e responsabilidade aos gastos públicos,  subscritor do projeto da Lei da Ficha Limpa, e agora subscritor e vice-presidente da Comissão Especial que analisa as “10 Medidas Contra a Corrupção”, o Deputado Federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) defendeu legislação mais rigorosa no combate à impunidade.

    Para Hauly, a Lei da Ficha Limpa já cumpriu um papel determinante ao impedir políticos condenados de disputar cargos públicos; quando entrar em vigor, as “10 Medidas Contra a Corrupção”  também vão apertar ainda mais o combate à impunidade; e a Operação Lava Jato é um divisor de águas, pois tem levado para a prisão as mais altas autoridades deste País. “Avante Polícia Federal, procuradores do Ministério Público Federal e juiz Sérgio Moro, pois o Brasil precisa continuar sendo passado a limpo”, defende Hauly.

    Fonte: Assessoria do Deputado

  • Delcídio cita Gleisi Hoffmann e Humberto Costa em delação premiada

    Em delação premiada homologada no Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Delcídio Amaral (PT-SP) cita a atuação de senadores petistas em negociatas para a obtenção de recursos para campanhas eleitorais aos cargos do Legislativo. 

    No acordo firmado com a Procuradoria-Geral da República para colaborar com as investigações, Delcídio avaliou que "se deve dar atenção especial" para o período no qual a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, foi diretora financeira de Itaipu, quando vários negócios envolvendo obras teriam passado pelas suas mãos. 

    "O mesmo vale para as concessões do Porto de Santos, quando a mesma, como chefe da Casa Civil, teve atuação decisiva na definição das áreas leiloadas", acrescentou o delator. 

    Delcídio afirma ainda que é "de notório conhecimento" a relação de Gleisi com a empresa Consist. Segundo ele, a Consist acompanha a senadora e seu marido - o também ex-ministro de Dilma Paulo Bernardo - desde a época em que foram secretários do ex-governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT. 

    "A Consist, sempre atuou como braço financeiro dos mesmos, e como mantenedora das despesas do mandato da senadora Gleisi, nos últimos anos. Existem provas incontestáveis sobre isso", disse Delcídio aos investigadores. De acordo com ele, Paulo Bernardo sempre foi o "operador" da esposa. 

    No documento de delação, Delcídio também alega que o senador Humberto Costa (PT-PE) "agiu com desenvoltura" na Refinaria de Suape (PE). "Ele foi parceiro, entre outras empresas, da White Martins, que sempre contribuiu decisivamente para suas campanhas", afirmou. 

    Segundo o delator, o "operador" de Humberto Costa no esquema é o empresário Mario Beltrão. Além disso, Delcídio cita a proximidade do senador pernambucano com o ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. 

    Delcídio deixou a prisão em 19 de fevereiro, após ter ficado quase três meses na cadeia acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato STF, homologou nesta terça-feira, 15, delação premiada do senador e abriu o sigilo dos autos. 

    Mercadante

    Delcídio também entregou à Procuradoria-Geral da República gravação entre seu assessor Eduardo Marzagão e o ministro da Educação, Aloísio Mercadante (PT-SP). Os diálogos foram gravados nos dias 1, 9 e 28 de dezembro de 2015, quando Delcídio já estava preso por tentar barrar a Operação Lava Jato. 

    Em uma das conversas, Mercadante sugere a Marzagão que diga ao ex-líder do Governo no Senado para "ter calma e avaliar muito bem a conduta a tomar, diante da complexidade do momento político". Duas conversas foram gravadas diretamente com o ministro. A terceira, com "Cacá", assessora de Mercadante. 

    "Aloísio Mercadante também afirmou que, em pouco tempo, o problema do depoente seria esquecido e que tudo ficaria bem", afirmou Delcídio no depoimento. "Eduardo Marzagão mencionou que o depoente e sua família estavam gastando dinheiro com advogados e, para tanto, colocando imóvel a venda; que, naquele momento, Aloísio Mercadante disse que a questão financeira e, especificamente, o pagamento de advogados, poderia ser solucionado, provavelmente por meio de empresa ligada ao PT; que o depoente assim conclui porque este e o modus operandi do PT", prossegue o depoimento.

    Agência Estado

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