Idosa de 84 é agredida dentro de casa na zona oeste de Londrina

Idosa de 84 é agredida dentro de casa na zona oeste de Londrina Destaque

Uma idosa de 84 anos foi violentamente agredida no final da tarde de terça-feira (27) no jardim do Sol, zona oeste de Londrina.

Therezinha Batiliani Bortot foi encontrada por vizinhos caída no banheiro da casa onde mora sozinha. Eles acionaram o Siate com a informação de queda do mesmo nível, mas quando socorristas chegaram ao local constataram que os ferimentos tinham sinais de agressão. Um ferro manchado de sangue foi encontrado.

Um vizinho relatou à Polícia Militar ter visto a idosa conversando com um homem na área da casa. Therezinha foi encaminhada ao Hospital Evangélico.

O autor das agressões não foi localizado.

Fonte:http://massanews.com/

Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

Itens relacionados (por tag)

  • Mulher morre após acidente entre Cambé e Rolândia

    Uma idosa de 63 anos morreu vítima de um grave acidente registrado na BR-369, entre os municípios de Rolândia e Cambé. A colisão, envolvendo uma VW/Parati, com placas de Londrina e uma caminhonete F250, com placas de Dourados-MS, aconteceu em frente a churrascaria Bota Fogo (próximo ao motel Troia). 

    A idosa Rosalina da Cunha Morandin, sofreu politraumatismo e morreu dentro da ambulância. De acordo com os socorristas do SAMU, à vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória (PCR). A equipe médica realizou todos os procedimentos para tentar reanimá-la, mas infelizmente ela acabou não resistindo e entrou em óbito. 

    Rosalina era condutora do veículo Parati e seguia sentido à Rolândia. Seguindo informações, ela teria cruzado a pista para retornar sentido à Cambé e foi atingida pela caminhonete. 

     

     

     

     

     

  • Deputado federal mais bem avaliado em ranking nacional é de Londrina

    O melhor parlamentar do Brasil, entre deputados e senadores, é londrinense, aponta o site Ranking dos Políticos, que faz avaliações com base no desempenho parlamentar, assiduidade, gastos públicos e processos judiciais de cada deputado ou senador. Pelo levantamento, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB) figura na primeira posição nacional, com 219 pontos. Focando nos políticos paranaenses em Brasília, Alex Canziani (PTB) também é bem posicionado, situando-se na 33ª posição entre os 513 deputados federais. 

    Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
    Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados


    O site compara políticos de todo o Brasil, classificando senadores e deputados federais do melhor para o pior. Para elaborar a lista, leva em conta dados obtidos relativos a gastos, assiduidade, fidelidade partidária e processos judiciais de cada político, levando em conta informações de fontes oficiais, como sites governamentais e de veículos de mídia de primeira linha.


    Os responsáveis também acompanham votações importantes e pontuam os políticos de acordo com a qualidade legislativa. "O valor das leis analisadas é definido por nosso Conselho de Avaliação de Leis, levando em conta o quanto elas ajudam ou atrapalham o País", explica o site, que deu pontos positivos para quem votou a favor da reforma trabalhista, da ampliação da terceirização e da regularização fundiária, por exemplo, e notas negativas para quem rejeitou a autorização para o Supremo Tribunal Federal (STF) investigasse o presidente Michel Temer (PMDB). 

    Com 219 pontos no total, Hauly tem boa pontuação em presença em plenário – de 91 sessões realizadas, esteve presente em 90 –, pelo gasto da cota parlamentar e verba indenizatória pouco abaixo da média geral ( o tucano gastou pouco mais de R$ 213,6 mil, enquanto a média de gastos é de R$ 279,3 mil), por ter formação superior e ter-se mantido fiel ao PSDB ao longo da carreira política e por não responder a processos judiciais. 

    Também pesaram a favor os posicionamentos favoráveis à terceirização, à reforma trabalhista e ao novo Ensino Médio e contrário ao fundão eleitoral, por exemplo, mas perdeu pontos por votar pela rejeição à autorização para o STF investigar Temer. Não constam leis de autoria ou relatadas por Hauly que influenciaram o ranking. 

    Lúcio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados
    Lúcio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados


    No caso de Alex Canziani, o terceiro melhor colocado do Paraná, com 135 pontos – ele fica atrás também de Rubens Bueno (PPS), com nota 162 –, as notas favoráveis são em relação à presença nas sessões (esteve presente em 85 das 91 realizadas), aos seus posicionamentos em relação a votações importantes e à formação acadêmica superior e à fidelidade partidária. Entretanto, perdeu pontos pelos gastos acima da média (R$ 311,2 mil, ante R$ 279,3 mil) e por responder a processo judicial no Tribunal de Justiça do Paraná. 

    O terceiro londrinense na Câmara Federal, Marcelo Belinati (PP), deixou o parlamento para se candidatar à Prefeitura de Londrina em 2016, sendo eleito em outubro passado. 

    Os piores avaliados

    Os dois deputados federais do Paraná com pior avaliação pelo Ranking dos Políticos são, curiosamente, do PT. Com -183 pontos, Enio Verri figura na 489ª posição e Zeca Dirceu, com -127, ficou com a 458ª colocação. Nos dois casos, o que mais pesa contra são os posicionamentos em relação a votações – ambos foram contrários a mudanças no Ensino Médio e nas terceirizações, por exemplo, e favoráveis ao fundão eleitoral. Ambos também gastaram acima da média com cotas parlamentares e verbas indenizatórias e respondem ou foram condenados em processos judiciais, o que também prejudicou a nota final. 

    Dos 30 deputados federais do Paraná, onze tiveram avaliações negativas no site. No geral, quase metade (251 dos 513 deputados) tiveram notas negativas e três tiveram pontuação igual a zero.

    Luís Fernando Wiltemburg - Redação Bonde
  • Boca Aberta tem o mandato de vereador cassado pela Câmara de Londrina

    Depois de quase nove horas de sessão, Emerson Petriv (PR), o Boca Aberta, teve o mandato de vereador cassado pela Câmara Municipal de Londrina na tarde deste domingo (15) por quebra de decoro parlamentar. Dos 19 vereadores, 14 votaram a favor do relatório da Comissão Processante (CP) e cinco contra. Eram necessários 13 para a perde da função. Com a decisão do Legislativo, Boca Aberta fica inelegível pelos próximos oito anos. Ele garante que vai recorrer do resultado.

    Votaram a favor da cassação os vereadores Mario Takahashi (PV), Vilson Bittencourt (PSB), Rony Alves (PTB), Junior Santos Rosa (PSD), Amauri Cardoso (PSDB), Péricles Deliberador (PSC),  Ailton da Silva Nantes (PP), Filipe Barros (PRB), Eduardo Tominaga (DEM), Estevão da Zona Sul (PTN), Felipe Prochet (PSD), Jamil Janene (PP), Pastor Gerson Araújo (PSDB) e João Martins (PSL). Votaram pelo arquivamento da denúncia Roberto Fú (PDT), Daniele Ziober (PPS), Gui Belinati (PP), Jairo Tamura (PR) e o próprio Boca Aberta.

    Vereador mais votado da história de Londrina e das eleições de 2016 no Paraná, quando recebeu 11.480 votos, Petriv havia sido denunciado pela servidora municipal Regina Amância por suposto estelionato ao ter promovido uma “vaquinha” virtual no Facebook para quitar uma multa eleitoral, que levou da Justiça por ter pedido votos em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) durante as últimas eleições.

    Sessão
    A sessão que resultou na cassação do mandato do vereador Boca Aberta começou por volta das 8h, horário previsto. Durante quase seis horas, foram lidas peças do processo, de defesa e acusação, que somou cerca de 222 páginas, das mais de 600 arroladas. Após esta etapa, a defesa de Petriv pediu, novamente, a suspeição de Rony Alves, e alegou que houve cerceamento do agora ex-vereador, como forma de suspender a sessão. A presidência da Casa, porém, indeferiu os pedidos.

    Os vereadores tiveram direito a 15 minutos de fala cada um, entretanto, nenhum quis usar a palavra. Posteriormente, a defesa teve duas horas para argumentar a favor por Boca Aberta. O tempo, por opção de Petriv, foi usado por ele e por seu advogado, Eduardo Duarte Ferreira. “Pouco importa se houve prova, improbidade ou estelionato. O que importa é colocar sobre o julgo o vereador mais votado do Paraná. É assim que se extirpa quem incomoda. Seja pelo voto ou pela sede de Justiça”, atacou Ferreira. Já Boca Aberta, durante sua fala, passou diversos vídeos para se defender. Ele chegou a ajoelhar-se e chorar para pedir que os vereadores não votassem pela sua cassação.

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