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Brasil agora com marca nacional de automóvel Destaque

O Brasil está perto de ter uma marca própria de automóvel com a compra da Chery pela Caoa. É um dos países onde tem uma das maiores diversificações de marcas, mas nenhuma genuinamente brasileira. São asiáticas, européias ou americanas. No passado houve a tentativa da Gurgel em criar uma marca brasileira, mas foi vencida pelos problemas e seu sonho acabou.
 
Agora, com a união entre a Chery brasileira e o grupo Caoa, este sonho poderá se tornar realidade. Todos sabem as ambições do “doutor” Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa), o mais agressivo empresário brasileiro do setor automotivo. Fez a sua própria fábrica em Goiás, onde produz vários modelos licenciados pela Hyundai. E nem mesmo a vinda da montadora sul coreana para o Brasil, com a sua própria fábrica, frustrou as operacões da Caoa.
Fonte: Banda B 

 

Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

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  • Nova lei trabalhista entra em vigor

    Há alterações em pontos como férias, jornada de trabalho, remuneração e plano de carreira. Mudanças valerão para todos os contratos de trabalho vigentes, tanto antigos como novos.

    Quatro meses após ser sancionada pelo presidente Michel Temer, entra em vigor no sábado (11) a nova lei trabalhista, que traz mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). As novas regras valerão para todos os contratos de trabalho vigentes, tanto antigos como novos, segundo o Ministério do Trabalho.

    As alterações mexem em pontos como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o home office (trabalho remoto) e o trabalho intermitente (por período trabalhado).

    O projeto engloba ainda mudanças nos processos trabalhistas e no papel dos sindicatos, tornando mais rigoroso o questionamento de direitos trabalhistas na Justiça e retirando a obrigatoriedade de pagar a contribuição sindical.

    A nova lei não altera, no entanto, questões relacionadas ao salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador.

    Alguns pontos da nova lei poderão ser colocados em prática imediatamente, a partir deste sábado. Um deles é que o período que o empregado gasta no trajeto de casa até o trabalho em transporte oferecido pela empresa, que não será mais computado na jornada.

    Outras mudanças previstas precisarão ser negociadas entre trabalhadores e empresas, seja individualmente ou por meio dos sindicatos, como férias e banco de horas.

    A nova legislação não vale para contratos que não são regidos pela CLT e têm contratação à parte que, segundo o Ministério do Trabalho, são específicos e cerca de 1% do total, como os servidores públicos e autônomos.

    Veja abaixo os principais pontos da CLT que mudarão com a nova lei:

    Acordo coletivo

    Convenções e acordos coletivos prevalecerão sobre a legislação em pontos como jornada de trabalho, intervalo, plano de carreira, home office, licença maternidade e paternidade, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

    Férias

    Trabalhador de qualquer idade poderá tirar até três férias por ano, desde que um dos períodos seja maior que 14 dias e os outros dois tenham, no mínimo, 5 dias cada um. As férias não poderão mais começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos.

    Contribuição sindical

    O pagamento da contribuição sindical, que equivale a um dia de trabalho, não será mais obrigatório. O desconto dessa contribuição se dava no salário de março e era paga em abril.

    Homologação

    A homologação da rescisão de contrato de trabalho poderá ser feita na empresa, acabando com a obrigatoriedade de ocorrer nos sindicatos ou nas Superintendências Regionais do Trabalho.

    Jornada 12x36

    Será permitida a jornada em um único dia de até 12 horas, seguida de descanso de 36 horas, para todas as categorias, desde que haja acordo entre o empregador e o funcionário.

    Jornada parcial

    Os contratos de trabalho poderão prever jornada de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras, ou até 26 horas, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%.

    Intervalo

    O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos em jornadas superiores a 6 horas.

    Banco de horas

    A compensação das horas extras em outro dia de trabalho ou por meio de folgas poderá ser negociada entre empresa e empregado, desde que ocorra no período máximo de seis meses. O empregador que deixar de dar as folgas no prazo terá de pagar as horas extras, com acréscimo de 50%.

    Higiene e troca de uniforme

    A empresa não precisará mais computar dentro da jornada as atividades de descanso, lanche, interação com colegas, higiene pessoal, troca de uniforme, tempo gasto no trajeto ou período que o empregado buscar proteção na empresa em caso de enchentes ou violência nas ruas, por exemplo.

    Trabalho intermitente

    A nova lei prevê o trabalho intermitente, que é pago por período trabalhado. Quem trabalhar nessas condições terá férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. O trabalhador receberá o chamado salário-hora, que não poderá ser inferior ao mínimo nem ao dos profissionais que exerçam a mesma função na empresa.

    Home office

    No home office ou teletrabalho, não haverá controle de jornada, e a remuneração será por tarefa. No contrato de trabalho deverão constar as atividades desempenhadas, regras para equipamentos e responsabilidades pelas despesas. O comparecimento às dependências do empregador para a realização de atividades especificas não descaracteriza o home office.

    Demissão consensual

    Haverá a possibilidade de acordo na rescisão de contrato, com pagamento de metade do aviso prévio e da multa de 40% sobre o FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado na conta do FGTS. No entanto, não terá direito ao seguro-desemprego.

    Gorjetas e comissões

    Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas, prêmios, ajuda de custo como auxílio-alimentação, diárias para viagem e abonos não precisam mais integrar os salários e, consequentemente, não incidirão sobre o cálculo dos encargos trabalhistas e previdenciários, como FGTS e INSS.

    Remuneração por produtividade

    O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produtividade, e trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração que não precisam fazer parte do salário.

    Plano de carreira

    O plano de carreira poderá ser negociado entre patrões e funcionários sem necessidade de homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado constantemente, mas somente para quem recebe salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS (R$ 11.062,62).

    O recurso da arbitragem poderá ser usado para solucionar conflitos entre os empregadores e os funcionários que recebem esse valor. Já para quem ganha menos que R$ 11.062,62, o plano de cargos e salários continuará a ser negociado por meio dos sindicatos.

    Equiparação salarial

    A equiparação salarial poderá ser pedida quando trabalho é prestado para o mesmo estabelecimento, ou seja, empregados que exercem a mesma função mas recebem salários diferentes não poderão pedir a equiparação quando trabalharem em empresas diferentes dentro do mesmo grupo econômico. Não haverá ainda possibilidade de fazer o pedido argumentando que um colega conseguiu a equiparação via judicial.

    Ações na Justiça

    O trabalhador que faltar a audiências ou perder ação na Justiça terá de pagar custas processuais e honorários da parte contrária. Haverá multa e pagamento de indenização se o juiz entender que ele agiu de má-fé. No caso de ações por danos morais, a indenização por ofensas graves cometidas pelo empregador deverá ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do trabalhador. Será obrigatório ainda especificar os valores pedidos nas ações na petição inicial.

    Termo de quitação

    Será facultado a empregados e empregadores firmar o chamado termo de quitação anual de obrigações trabalhistas perante o sindicato da categoria. No termo serão discriminadas as obrigações cumpridas mensalmente tanto pelo empregado quanto pelo empregador.

    Caso o empregado queira questionar algo na Justiça depois, terá de provar as irregularidades alegadas na ação, com documentos e testemunhas.

    Terceirização

    Haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos funcionários da empresa-mãe, como atendimento em ambulatório, alimentação em refeitório, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

    Autônomos

    A nova lei prevê que as empresas poderão contratar autônomos e, ainda que haja relação de exclusividade e continuidade, não será considerado vínculo empregatício.

    Gestantes

    As gestantes e lactantes poderão trabalhar em atividades de grau mínimo e médio de insalubridade, a não ser que apresentem atestado emitido por médico de confiança que recomende o afastamento delas durante a gestação ou lactação.

    Validade das normas coletivas

    Os sindicatos e as empresas poderão definir os prazos de validade dos acordos e convenções coletivas, bem como a manutenção ou não dos direitos ali previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da validade, novas negociações terão de ser feitas, pois o que havia sido estabelecido em convenções ou acordos perde a validade imediatamente.

    Plano de Demissão Voluntária

    O trabalhador que aderir ao plano de demissão voluntária (PDV) dará quitação plena e irrevogável dos direitos referentes à relação empregatícia, ou seja, não poderá pedir na Justiça do Trabalho os possíveis direitos que perceba depois que foram violados.

    Fonte: G1

  • Quatro pessoas feridas em colisão na BR 369

    Um acidente de trânsito mobilizou socorristas do Samu e equipes do Corpo de Bombeiros, na tarde desta quarta-feira (18), próximo ao 10º Batalhão da Polícia Militar de Apucarana.     Os dois veículos bateram na rodovia, e um dos carros capotou após a colisão.

     

    O acidente ocorreu entre o veículo VW Gol, placas de Marilândia do Sul, que seguia sentido a cidade de Apucarana, e a caminhonete Toyota Hilux, placas de Umuarama, que seguia no mesmo sentido na pista dupla.

     

    O carro capotou após a colisão deixando os quatro ocupantes feridos, sendo que o idoso precisou ser desencarcerado pelos Bombeiros.  As vítimas receberam os primeiros atendimentos dos socorristas e no interior da ambulância e foram encaminhados para atendimento médico no hospital.   

    Fonte: Canal 38  

     

  • Utilidades da Tabela FIPE que você nem imagina – Entenda como ela é feita e para que serve

    Muito se ouve falar sobre a Tabela FIPE, mas poucas pessoas sabem, de fato, como ela funciona e para que é usada.

    Pensando nisso, escrevi esse texto para sanar algumas dúvidas mais frequentes de quem está à procura de um veículo seminovo ou usado ou deseja vender o seu.

    A seguir, você terá acesso a informações sobre o que é a Tabela FIPE, para que ela serve, como realizar uma consulta nessa ferramenta e, ainda, como as seguradoras a utilizam para realizar as apólices.

    O que é e quem elabora a Tabela FIPE

    A tabela FIPE é um estudo da média de preços que os veículos possuem no mercado. Ela é feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), por isso o nome, e atualizada a cada mês.

    A Fundação que dá nome à tabela não tem fins lucrativos e produz materiais diversos que vão muito além da tabela, tão utilizada no mercado veicular. Suas pesquisas são variadas, sempre na área de economia, e vão desde as variações de custo de vida na cidade de São Paulo até oscilações no mercado imobiliário para locação de imóveis.

    Essa tabela de preços de veículos começou a operar em 2000 e não traz preços exatos, mas uma média dos valores encontrados. Assim, são comuns as variações entre os estados e os preços podem diferir até 15% de um estado ou região para outro (a).

    Na tabela FIPE, não são mostrados valores mínimos e máximos encontrados no mercado pelo mesmo veículo, apenas um valor médio.

    Para chegar aos dados divulgados, a equipe de pesquisa da Fundação procura em diversos meios, como concessionárias, revendedoras, classificados de jornais, sites especializados no assunto, entre outros.

    A pesquisa é realizada considerando modelos básicos, por isso, o valor final não deve ser tratado como absoluto.

    A tabela abrange praticamente a totalidade de veículos disponíveis no mercado brasileiro. À exceção disso, ela não fornece informações quanto aos veículos de uso profissional ou especial, como viaturas e ambulâncias.

    Para que serve e como funciona a Tabela FIPE

    A Tabela FIPE exerce algumas funções muito importantes no nosso dia a dia. A primeira delas, que já citei na seção anterior, é catalogar e registrar os preços médios de compra e venda dos veículos no Brasil.

    Nesse sentido, ela é uma ferramenta essencial nas negociações e avaliações de veículos que estão ou serão colocados no mercado. Dar uma olhada na tabela FIPE antes de comprar ou vender seu automóvel evita que você pague um valor muito alto pelo que adquirir ou receba um valor muito baixo pelo seu.

    Uma segunda função dela, um pouco menos conhecida, é servir de base para calcular o valor do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores). Para saber o valor do imposto, você deverá multiplicar a alíquota pelo valor atribuído a seu veículo na tabela.

    Os valores apontados dizem respeito a um valor referencial, ou seja, que será usado como referência, e não necessariamente colocado em prática da maneira que estão.

    Esses preços são dados de acordo com a depreciação que o veículo sofreu ao longo do tempo. Isso quer dizer que o valor do veículo vai ser determinado a partir do desgaste que ele sofreu e, em alguns casos, pela variação econômica.

    Assim, o valor de um carro de 5 anos vai ser proporcional à depreciação que ele sofreu nesse período.

    Outros aspectos que vão afetar esse valor é o tipo de veículo, se ele é nacional ou importado e o tipo de combustível que utiliza. Esses estarão, quase sempre, abrangidos pelo preço da tabela FIPE.

    Há, no entanto, outras características que ajudam a valorizar ou a desvalorizar um veículo. Alguns deles são: a quilometragem, se a documentação está em dia, se partes mecânica e elétrica encontram-se em ordem, se há sinais de corrosão ou de conserto na lataria, o fato de ter passado por acidentes, existência de acessórios, cidade da venda, etc.

    Esses últimos, no entanto, serão considerados somente no momento da negociação.

    A cor do veículo também influencia no preço que uma revendedora pagará por ele. Carros brancos, por exemplo, pela possibilidade de terem sido usados como taxi, possuem uma depreciação maior do que carros do mesmo modelo e ano, mas de cores diferentes.

    Outros meios, como o Jornal do Carro, realizam um serviço parecido com o da Tabela FIPE e também são confiáveis na hora de consultar valores para trocar seu automóvel.

    Fonte: doutormultas.jusbrasil.com.br

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