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Brasil agora com marca nacional de automóvel Destaque

O Brasil está perto de ter uma marca própria de automóvel com a compra da Chery pela Caoa. É um dos países onde tem uma das maiores diversificações de marcas, mas nenhuma genuinamente brasileira. São asiáticas, européias ou americanas. No passado houve a tentativa da Gurgel em criar uma marca brasileira, mas foi vencida pelos problemas e seu sonho acabou.
 
Agora, com a união entre a Chery brasileira e o grupo Caoa, este sonho poderá se tornar realidade. Todos sabem as ambições do “doutor” Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa), o mais agressivo empresário brasileiro do setor automotivo. Fez a sua própria fábrica em Goiás, onde produz vários modelos licenciados pela Hyundai. E nem mesmo a vinda da montadora sul coreana para o Brasil, com a sua própria fábrica, frustrou as operacões da Caoa.
Fonte: Banda B 

 

Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

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  • Veja os ganhadores da Campanha de Natal ACIR 2017
     

    Neste sábado, dia 13 de Janeiro, ocorreu o último sorteio da Campanha de Natal da ACIR de 2017. Estiveram presentes no sorteio o Diretor Financeiro da Associação Comercial, Marcio Lopes do Carmo, o Consultor Comercial da Associação Comercial, Fernando Antônio, a gerente da loja Gouveia Ótica e Relojoaria, Mayara Sorje Marega, e os consumidores Silvana Barreira, e Dinaene Alexandre, moradores do jardim Nogueira. Foram sorteados 10 cupons: Seis de R$ 500,00, um de R$ 1000,00, dois de R$ 2000,00 e o último de R$ 5000,00. 

    Seguem os ganhadores:

    1ª Prêmio R$500,00
    Cliente: Daniel Campaner
    Loja: Calçados Aracalce

    2ª Prêmio R$500,00
    Cliente: André Luis de Aquino
    Loja: Depósito Jatay

    3ª Prêmio R$500,00
    Cliente: Kimberly Mayara de Souza Tonchiche
    Loja: O Boticário

    4ª Prêmio R$500,00
    Cliente: Cristiane Maria da Silva
    Loja: Calçados Aracalce

    5ª Prêmio R$500,00
    Cliente: Everton Gomes Rodrigues
    Loja: Confecções São José – Vila Oliveira

    6ª Prêmio R$500,00:
    Cliente: Francielle Fernandes de Oliveira
    Loja: O Boticário

    7ª Prêmio R$ 1000,00
    Cliente: Sueli Mayumi Osawa Matsushima
    Loja: Supermercado Locatelli

    8ª Prêmio R$ 2000,00
    Cliente: Graziele de Oliveira Maximiano
    Loja: Varejão Mais

    9ª Prêmio R$ 2000,00
    Cliente: Natália de Oliveira Santo
    Loja: Confecções São José 

    10ª Prêmio R$ 5000,00
    Cliente: Marcia Cristina Soares
    Loja: Farmácia Nossa Sra. de Fátima

    Texto de Nayara Caroline / Fotos Rafael Stutz 

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  • Lojistas se preparam para a campanha de Natal

    Os comerciantes estão confiantes nas vendas de 2017

    Dezembro se aproxima, e os comerciantes de Rolândia já estão preparados para as vendas de Natal de 2017. No último dia 15 de Novembro, a Associação Comercial e Empresarial de Rolândia - ACIR, deu início a campanha natalina deste ano, que carrega o tema de “O Natal Chegou”. O comércio de Rolândia começara à atender em horário especial, a partir do dia 7 de dezembro, onde as lojas poderão funcionar até as 22h de segunda a sexta e aos sábados das 09h às 17h.

    A Esperança está presente

    Bem antes da chegada do período de Natal, algumas lojas de Rolândia já estão se planejando para a demanda do final do ano. Este é o caso da “Gouveia Ótica e Relojoaria”. Conforme explicado pela gerente, Mayara Sorje Marega, que atua há dez anos neste comércio, os preparativos começam a ser feitos, logo após o Dia das Mães. “Desde o mês de Junho nós já começamos a se programar quanto à necessidade de mercadorias, contato com os fornecedores e etc.” afirma a gerente.

    Na ótica atuam um total de quatro funcionários, e segundo Mayara, todos também já estão se preparando para este período mais intenso e especial. Ela também afirma que os colaboradores estão esperançosos com a campanha. “Nós estamos bem confiantes quanto ao Natal deste ano, acreditamos que tudo será bem melhor” conta Mayara. A gerente explica que os itens mais vendidos nesta época são joias e óculos de Sol. “Acredito que nós não apenas vendemos presentes de Natal, ajudamos a realizar sonhos. Esta é a diferença do período natalino” conclui.

    A principal data comemorativa do ano

    Igualmente à “Gouveia Ótica e Relojoaria” os colaboradores das lojas “Aracalce” estão à espera das vendas de final de ano, devidamente capacitados e também confiantes. O gerente, André Pereira Coelho, que está há quase nove anos na loja, afirma que a expectativa para este ano aumentou, e também explica que este é um período único do ano, onde todos trabalham de um modo diferenciado. “Na época do Natal nós trabalhamos de um modo diferente comparado ao resto do ano. Oferecemos um maior prazo para as trocas, e demais comodidades que só ocorrem nesta época” conta.

    André também fala de um recurso fornecido aos clientes nesta ocasião. “Nós deixamos um computador disponível exclusivamente para o cadastro dos cupons online da ACIR. Isso é voltado especialmente para pessoas mais idosas que tem uma certa dificuldade com a tecnologia. Isso não interfere na rotina de trabalho dos funcionários, uma vez que o ato de cadastrar o cupom, é bem prático e rápido” afirma o gerente. A campanha seguirá como no ano passado, com o cadastramento de cupons de modo online através do endereço: www.acirnet.com.br/natal.

    Valorização do comércio de Rolândia

    O proprietário da loja “Bellavia Confecções” Valdeci dos Santos Neves, afirma que quem compra em Rolândia, tem vantagens que só o comércio local pode fornecer. “Ao comprar em Rolândia, você valoriza o município, ajuda os comerciantes, e tem a facilidade de trocar uma mercadoria no momento que for mais cômodo” explica o empresário.

    Valdeci também já está com o estoque preparado para o Natal, e afirma que sempre tenta manter a loja, com novidades atrativas e diversificadas. “Tenho uma clientela que vai do infantil à terceira idade, por isso, sempre busco atender à todos de um modo especial” afirma.

    TEXTO E FOTOS: NAYARA CAROLINE AFONSO

  • Nova lei trabalhista entra em vigor

    Há alterações em pontos como férias, jornada de trabalho, remuneração e plano de carreira. Mudanças valerão para todos os contratos de trabalho vigentes, tanto antigos como novos.

    Quatro meses após ser sancionada pelo presidente Michel Temer, entra em vigor no sábado (11) a nova lei trabalhista, que traz mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). As novas regras valerão para todos os contratos de trabalho vigentes, tanto antigos como novos, segundo o Ministério do Trabalho.

    As alterações mexem em pontos como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o home office (trabalho remoto) e o trabalho intermitente (por período trabalhado).

    O projeto engloba ainda mudanças nos processos trabalhistas e no papel dos sindicatos, tornando mais rigoroso o questionamento de direitos trabalhistas na Justiça e retirando a obrigatoriedade de pagar a contribuição sindical.

    A nova lei não altera, no entanto, questões relacionadas ao salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador.

    Alguns pontos da nova lei poderão ser colocados em prática imediatamente, a partir deste sábado. Um deles é que o período que o empregado gasta no trajeto de casa até o trabalho em transporte oferecido pela empresa, que não será mais computado na jornada.

    Outras mudanças previstas precisarão ser negociadas entre trabalhadores e empresas, seja individualmente ou por meio dos sindicatos, como férias e banco de horas.

    A nova legislação não vale para contratos que não são regidos pela CLT e têm contratação à parte que, segundo o Ministério do Trabalho, são específicos e cerca de 1% do total, como os servidores públicos e autônomos.

    Veja abaixo os principais pontos da CLT que mudarão com a nova lei:

    Acordo coletivo

    Convenções e acordos coletivos prevalecerão sobre a legislação em pontos como jornada de trabalho, intervalo, plano de carreira, home office, licença maternidade e paternidade, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

    Férias

    Trabalhador de qualquer idade poderá tirar até três férias por ano, desde que um dos períodos seja maior que 14 dias e os outros dois tenham, no mínimo, 5 dias cada um. As férias não poderão mais começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos.

    Contribuição sindical

    O pagamento da contribuição sindical, que equivale a um dia de trabalho, não será mais obrigatório. O desconto dessa contribuição se dava no salário de março e era paga em abril.

    Homologação

    A homologação da rescisão de contrato de trabalho poderá ser feita na empresa, acabando com a obrigatoriedade de ocorrer nos sindicatos ou nas Superintendências Regionais do Trabalho.

    Jornada 12x36

    Será permitida a jornada em um único dia de até 12 horas, seguida de descanso de 36 horas, para todas as categorias, desde que haja acordo entre o empregador e o funcionário.

    Jornada parcial

    Os contratos de trabalho poderão prever jornada de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras, ou até 26 horas, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%.

    Intervalo

    O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos em jornadas superiores a 6 horas.

    Banco de horas

    A compensação das horas extras em outro dia de trabalho ou por meio de folgas poderá ser negociada entre empresa e empregado, desde que ocorra no período máximo de seis meses. O empregador que deixar de dar as folgas no prazo terá de pagar as horas extras, com acréscimo de 50%.

    Higiene e troca de uniforme

    A empresa não precisará mais computar dentro da jornada as atividades de descanso, lanche, interação com colegas, higiene pessoal, troca de uniforme, tempo gasto no trajeto ou período que o empregado buscar proteção na empresa em caso de enchentes ou violência nas ruas, por exemplo.

    Trabalho intermitente

    A nova lei prevê o trabalho intermitente, que é pago por período trabalhado. Quem trabalhar nessas condições terá férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. O trabalhador receberá o chamado salário-hora, que não poderá ser inferior ao mínimo nem ao dos profissionais que exerçam a mesma função na empresa.

    Home office

    No home office ou teletrabalho, não haverá controle de jornada, e a remuneração será por tarefa. No contrato de trabalho deverão constar as atividades desempenhadas, regras para equipamentos e responsabilidades pelas despesas. O comparecimento às dependências do empregador para a realização de atividades especificas não descaracteriza o home office.

    Demissão consensual

    Haverá a possibilidade de acordo na rescisão de contrato, com pagamento de metade do aviso prévio e da multa de 40% sobre o FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado na conta do FGTS. No entanto, não terá direito ao seguro-desemprego.

    Gorjetas e comissões

    Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas, prêmios, ajuda de custo como auxílio-alimentação, diárias para viagem e abonos não precisam mais integrar os salários e, consequentemente, não incidirão sobre o cálculo dos encargos trabalhistas e previdenciários, como FGTS e INSS.

    Remuneração por produtividade

    O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produtividade, e trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração que não precisam fazer parte do salário.

    Plano de carreira

    O plano de carreira poderá ser negociado entre patrões e funcionários sem necessidade de homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado constantemente, mas somente para quem recebe salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS (R$ 11.062,62).

    O recurso da arbitragem poderá ser usado para solucionar conflitos entre os empregadores e os funcionários que recebem esse valor. Já para quem ganha menos que R$ 11.062,62, o plano de cargos e salários continuará a ser negociado por meio dos sindicatos.

    Equiparação salarial

    A equiparação salarial poderá ser pedida quando trabalho é prestado para o mesmo estabelecimento, ou seja, empregados que exercem a mesma função mas recebem salários diferentes não poderão pedir a equiparação quando trabalharem em empresas diferentes dentro do mesmo grupo econômico. Não haverá ainda possibilidade de fazer o pedido argumentando que um colega conseguiu a equiparação via judicial.

    Ações na Justiça

    O trabalhador que faltar a audiências ou perder ação na Justiça terá de pagar custas processuais e honorários da parte contrária. Haverá multa e pagamento de indenização se o juiz entender que ele agiu de má-fé. No caso de ações por danos morais, a indenização por ofensas graves cometidas pelo empregador deverá ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do trabalhador. Será obrigatório ainda especificar os valores pedidos nas ações na petição inicial.

    Termo de quitação

    Será facultado a empregados e empregadores firmar o chamado termo de quitação anual de obrigações trabalhistas perante o sindicato da categoria. No termo serão discriminadas as obrigações cumpridas mensalmente tanto pelo empregado quanto pelo empregador.

    Caso o empregado queira questionar algo na Justiça depois, terá de provar as irregularidades alegadas na ação, com documentos e testemunhas.

    Terceirização

    Haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos funcionários da empresa-mãe, como atendimento em ambulatório, alimentação em refeitório, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

    Autônomos

    A nova lei prevê que as empresas poderão contratar autônomos e, ainda que haja relação de exclusividade e continuidade, não será considerado vínculo empregatício.

    Gestantes

    As gestantes e lactantes poderão trabalhar em atividades de grau mínimo e médio de insalubridade, a não ser que apresentem atestado emitido por médico de confiança que recomende o afastamento delas durante a gestação ou lactação.

    Validade das normas coletivas

    Os sindicatos e as empresas poderão definir os prazos de validade dos acordos e convenções coletivas, bem como a manutenção ou não dos direitos ali previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da validade, novas negociações terão de ser feitas, pois o que havia sido estabelecido em convenções ou acordos perde a validade imediatamente.

    Plano de Demissão Voluntária

    O trabalhador que aderir ao plano de demissão voluntária (PDV) dará quitação plena e irrevogável dos direitos referentes à relação empregatícia, ou seja, não poderá pedir na Justiça do Trabalho os possíveis direitos que perceba depois que foram violados.

    Fonte: G1

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