Após muito tempo obras no Colégio Kennedy devem começar em breve

Após muito tempo obras no Colégio Kennedy devem começar em breve Destaque

Faltando pouco para o inicio do ano letivo na rede estadual de educação no Paraná, e ainda não saíram do papel obras previstas em colégios estaduais, um exemplo é o Colégio Presidente Kennedy em Rolândia

 Os problemas no colégio começaram em janeiro de 2016 devido a um temporal que atingiu a região. Parte do prédio afundou e desde então não houve reparos, apenas a colocação de escoras, transformando o colégio em um labirinto segundo a diretora Maria Goreti.

Pedaços de madeira escoram a estrutura, na tentativa de evitar que os buracos rachaduras aumentem, mesmo assim o prédio continua cedendo e as escoram impedem a passagem de um setor para outro.

A Imprensa da Prefeitura de Rolândia informou que as obras no colégio irão começar em breve. O Prefeito juntamente com Secretario de Desenvolvimento Econômico e o Secretário de Educação se reuniram em Curitiba com o Secretario Chefe da Casa Civil para tratar sobre a reforma. As obras deveriam estar em andamento, mas a construtora vencedora da licitação abandonou o processo, deixando o prédio em maus estados.

Depois deste encontro, a previsão é de que, em breve, as obras possam começar. A reforma completa deve custar cerca de R$ 800 mil. Por meio de nota, o Governo do Estado do Paraná informou que ao longo de 2017 liberou quase R$ 100 milhões para reformas e ampliações de escolas estaduais. Para 2018 a previsão é de outros R$ 200 milhões sejam investidos nas redes estaduais de educação.

O Colégio Presidente Kennedy foi construído em 1949 e hoje tem cerca de 1.200 alunos. 

Fonte G1, Agência de Notícias do Paraná, Prefeitura do Município de Rolândia / Texto colaborou Rafael de Lima Rodrigues 

Sobre o Autor

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

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    Segundo Tenente Hugo, ocorreu uma discussão entre alunos e professores e um boletim de ocorrência foi registrado. A diretora da escola, Maria Goretti de Freitas Gomes, relata que esteve na escola de manhã com alguns professores e funcionários para realizar uma reunião com os alunos na tentativa de explicar os direitos dos professores que são contra a grave e a ocupação e fazer um acordo com eles.
    Segundo a diretora a reunião tinham sido autorizada pelos alunos da ocupação, mas pessoas de outros estabelecimentos tumultuando a reunião. "Pessoas que não são daqui incitando os alunos contra nós professores (...) fui agredida verbalmente por gente de fora e nos tocaram da escola (...) não contentes com isso vieram para o lado de fora para nos enxovalhar", acusa.
    Gorete alerta que irá até o Conselho Tutelar, ao Juiz da Vara da Infância e do Menor e a Ouvidoria do Estado para solicitar a reintegração de posse.
    A professora que registrou a queixa na Polícia Militar afirma que foi convocada para vir até a escola. Ela não quis ser identificada, mas fala que os alunos permitiram a entrada dos funcionários no local, porém no decorrer se exaltaram e ela foi ofendida por uma aluna e a mãe desta aluna. "A aluna disse que pessoas que não estavam no movimento de greve não mereciam o diploma que tem (...) ela disse também que a escola está mais limpa agora do que quando os funcionários limpam", aponta.
    Felipe é aluno do Colégio Estadual Presidente Kennedy e diz ser contrário à ocupação: "A maioria dos alunos do movimento é hipócrita. Aqueles que falam que limpam melhor que os funcionários eu já os vi jogando lixo no chão várias vezes", relata.
    Ele garante que a maioria dos alunos que está na ocupação não sabe sequer o que é a PEC. "Se você sair perguntando eles vão desviar (do assunto) e acabar te expulsando daqui", afirma.
    Já a aluna Marina é favorável ao movimento e explica que o objetivo da ocupação é protestar contra a reforma da educação. "A reforma não seria ruim na teoria, porém na prática a turma da manhã teria que estudar a tarde também e a turma da noite uma hora a mais para poder compensar esse turno integral (...) mas o nosso colégio, como todos sabem está metade caindo, cheio de escoras e várias salas não podem ser usadas (...) Nós não temos estrutura para ter ensino integral", ressalta.
    Marina ainda explica que de acordo com a reforma quando o aluno chegar no segundo ano deverá escolher entre as disciplinas específicas como filosofia, arte, sociologia ou educação física, ou estudos técnicos já direcionados para a profissão que o aluno quer ter. "Eu estou no segundo ano e não tenho capacidade de escolher a minha profissão para o resto vida", revela.
    Sobre a PEC, Marina entende que se aprovada, o governo irá cortar parte dos recursos com a educação prejudicando mais ainda o ensino no pais.
    Os alunos não se manifestaram sobre a ocorrência em específico. A redação está à disposição para que o movimento se manifeste sobre o Boletim de Ocorrência e as acusações de agressão verbal.
    Na parte da tarde os alunos entraram em contato com a redação do MANCHETE DO POVO solicitando espaço para dar a versão deles. A reportagem voltou no local e gravou um vídeo AO VIVO no qual a aluna Laura lê um texto garantindo que professores e funcionários não tinham o direito de invadir o colégio sem a autorização do movimento de ocupação. "Foi uma falta de respeito com o nosso movimento e a nossa luta", continua o texto.
    Conforme o texto lido pela aluna as pessoas de fora do colégio eram professores de outras unidades que também lutam pela educação.
    No relato eles confirmam que ocorreu sim um debate entre professores favoráveis e contra a greve, e alunos favoráveis e contra a ocupação. "Porém, não houve somente agressão verbal do lado dos professores a favor da greve (...) Todos falaram coisas que não deveriam ser ditas e também tivemos várias interpretações erradas (...) Tudo isso poderia ter sido evitado se eles tivessem pensado que a muitos outros lugares em nossa cidade para fazer uma reunião", segue.
    O texto finaliza dizendo; "Nós ocupamos o colégio, e eles invadiram".

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