Rodrigo Stutz

Rodrigo Stutz

Sou formado em Marketing & Propaganda (2004) e também em Jornalismo (2015) pela Unopar. Trabalho com Comunicação Social há mais de 15 anos e sou  proprietário do Jornal Manchete do Povo.

O promotor Thadeu Augimeri de Goes Lima apresentou recurso à juíza da 1ª Vara Criminal de Londrina, Elisabeth Kather, para realização de um novo julgamento de Rodrigo Aparecido Martins, 26 anos, que, na madrugada do dia 2 de setembro de 2012, bateu violentamente com o Fiat Marea que conduzia contra uma árvore na esquina da Avenida Saul Elkind com a Rua Francisco Marques de Oliveira, zona norte de Londrina. Além de Rodrigo, outras cinco pessoas, incluindo uma adolescente de 15 anos, estavam no carro. Com o impacto, quatro morreram. 
 
As vítimas foram identificadas como Maiara Cristina de Oliveira Aleixo, 20 anos, o esposo dela, Joel da Silva Aleixo, 20, que faleceram na hora, Lincoln Mateus Soares, 21, e Débora Paulino da Silva, 21. Os dois últimos ficaram internados em hospitais da cidade, mas não resistiram aos graves ferimentos. A adolescente ficou ferida, mas sobreviveu. No início de outubro, Rodrigo foi levado a júri e terminou condenado a quatro anos, dez meses e vinte dias, pena que cumprirá em regime semiaberto. Ao longo da investigação, ele não foi preso. 

No julgamento, o Conselho de Sentença transferiu a infração de homicídio doloso (quando há intenção de matar) para culposo. Diferentemente do argumento do Ministério Público, os jurados concluíram que o acusado não fugiu. Em depoimento à polícia no dia seguinte ao acidente, Rodrigo disse não se lembrar da pessoa que o retirou do local e o levou até sua residência. Ele também confirmou que tinha ingerido três garrafas de cerveja e não conhecia nenhuma das vítimas. 

Sobre o acidente, Rodrigo alegou que colidiu o carro contra a árvore porque teve a visão ofuscada pelo farol de um veículo que vinha em sentido contrário. Segundo o advogado Everton Santana Alves, que defende o investigado, essa foi a versão defendida desde o início do processo. "Em uma reportagem exibida por uma emissora de TV local, o Rodrigo aparece nas imagens perambulando pela região do acidente. Ele permaneceu até a chegada do Samu e da autoridade policial, o que desconfigura a hipótese de omissão de socorro", pontuou. 

De acordo com Alves, "o condutor, em razão da gravidade do ocorrido, não tinha condições de acionar alguém para auxiliar no resgate dos feridos". Sobre o pedido do Ministério Público de anulação da decisão e remarcação de um novo júri, o advogado afirmou que "a defesa sustenta que tudo transcorreu dentro das formalidades exigidas". (Rafael Machado/Grupo Folha) 

Alta velocidade 

Um laudo elaborado pelo perito criminal Luciano Bucharles registrou que o Fiat Marea conduzido por Rodrigo Martins, antes do acidente, trafegava pela Avenida Saul Elkind em direção à Angelina Ricci Vezozzo em alta velocidade. Antes de atingir a árvore, o rodado esquerdo do veículo chocou-se contra o meio-fio, possibilitando o avanço sobre o canteiro central da via. 

Segundo o Instituto de Criminalística, no momento da perda do controle do Marea Rodrigo trafegava a uma velocidade mínima de 117 km/h, 134% do nível máximo permitido no endereço, que é 50 km/h. O perito também identificou que "há farta sinalização vertical presente neste pedaço da Saul Elkind". (R.M.) 

"Queríamos uma punição mais dura" 

Ainda é difícil e doloroso para o pedreiro Arlindo Matozo Aleixo, 54 anos, relembrar daquele que ele considera "como uma pessoa 100%". Na madrugada do dia 2 de setembro de 2012, o filho dele, Joel da Silva Aleixo, na época com 20 anos, perdeu a vida em um grave acidente na Avenida Saul Elkind. "Sempre foi um cara bacana. Logo aos 12 anos, levei ele para aprender a ser servente, o que ajudou na formação do caráter de gente honesta. Com 15 anos, ele conseguiu uma vaga em um mercado e nunca mais parou de trabalhar", disse. 

Em 2010, Joel e Maiara se casaram. O fruto do relacionamento chegou dois anos depois, um bebê que, na época do acidente, estava com oito meses. "Ele completa seis anos em janeiro. Hoje, tento preencher o espaço de pai deixado pelo Joel, mas é impossível ocupar esta lacuna. Pai é um só". 

Pai de Maiara, esposa de Joel que também morreu no acidente, o consultor Oseias Correia Oliveira disse à reportagem que "a criança era a alegria" da filha, se referindo ao bebê do casal. "O pensamento dela e do Joel era cuidar da família, comprar uma casinha e crescer na vida". Ela trabalhava na empresa que promoveu a festa de confraternização. 

"A Maiara, assim como o Joel, não conhecia o Rodrigo e nem as outras vítimas. Eles pegaram uma carona na hora. Eu fui acordado repentinamente por uma ligação do seu Arlindo. Ele me contou do acidente. Quando chegamos, vimos os dois naquela situação. O coração dói bastante quando relembro aquela cena", alegou Oliveira. 

Os dois pais, que compareceram ao julgamento de Rodrigo Aparecido Martins no começo de outubro deste ano, defendem uma punição mais severa ao motorista. "Ele pegou quatro anos, mas não vai ficar preso. Fiquei surpreso com esta condenação leve por ele ter provocado a morte de quatro pessoas. A minha filha faleceu e deixou um bebê de oito meses". Arlindo Aleixo criticou a decisão do júri. "Precisa de um novo julgamento. Ele precisa pagar pelo que fez de uma forma justa".

Rafael Machado
Grupo Folha
Segunda, 13 Novembro 2017 10:46

Lions promove Feira da saúde

O Lions Clube de Rolândia realizou neste sábado uma ação de prevenção que atendeu centenas de pessoas com os mais variados exames, dando assim mais uma contribuição para o bem-estar e qualidade de vida da comunidade rolandense

Um veículo furtado foi encontrado em estado de abandono em uma propriedade rural na Avenida Saul Elkind em Londrina, neste domingo (12/11).

De acordo com as informações, o veículo CHEVROLET/CORSA HATCH de cor vermelho, foi localizado sem as rodas.

O furto aconteceu no último sábado (11/11), por volta das 15h00, na Rua Jacarezinho no Jardim Silvino.

Fonte: Portal Cambé 

Segunda, 13 Novembro 2017 10:03

Nova lei trabalhista entra em vigor

Há alterações em pontos como férias, jornada de trabalho, remuneração e plano de carreira. Mudanças valerão para todos os contratos de trabalho vigentes, tanto antigos como novos.

Quatro meses após ser sancionada pelo presidente Michel Temer, entra em vigor no sábado (11) a nova lei trabalhista, que traz mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). As novas regras valerão para todos os contratos de trabalho vigentes, tanto antigos como novos, segundo o Ministério do Trabalho.

As alterações mexem em pontos como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o home office (trabalho remoto) e o trabalho intermitente (por período trabalhado).

O projeto engloba ainda mudanças nos processos trabalhistas e no papel dos sindicatos, tornando mais rigoroso o questionamento de direitos trabalhistas na Justiça e retirando a obrigatoriedade de pagar a contribuição sindical.

A nova lei não altera, no entanto, questões relacionadas ao salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador.

Alguns pontos da nova lei poderão ser colocados em prática imediatamente, a partir deste sábado. Um deles é que o período que o empregado gasta no trajeto de casa até o trabalho em transporte oferecido pela empresa, que não será mais computado na jornada.

Outras mudanças previstas precisarão ser negociadas entre trabalhadores e empresas, seja individualmente ou por meio dos sindicatos, como férias e banco de horas.

A nova legislação não vale para contratos que não são regidos pela CLT e têm contratação à parte que, segundo o Ministério do Trabalho, são específicos e cerca de 1% do total, como os servidores públicos e autônomos.

Veja abaixo os principais pontos da CLT que mudarão com a nova lei:

Acordo coletivo

Convenções e acordos coletivos prevalecerão sobre a legislação em pontos como jornada de trabalho, intervalo, plano de carreira, home office, licença maternidade e paternidade, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

Férias

Trabalhador de qualquer idade poderá tirar até três férias por ano, desde que um dos períodos seja maior que 14 dias e os outros dois tenham, no mínimo, 5 dias cada um. As férias não poderão mais começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos.

Contribuição sindical

O pagamento da contribuição sindical, que equivale a um dia de trabalho, não será mais obrigatório. O desconto dessa contribuição se dava no salário de março e era paga em abril.

Homologação

A homologação da rescisão de contrato de trabalho poderá ser feita na empresa, acabando com a obrigatoriedade de ocorrer nos sindicatos ou nas Superintendências Regionais do Trabalho.

Jornada 12x36

Será permitida a jornada em um único dia de até 12 horas, seguida de descanso de 36 horas, para todas as categorias, desde que haja acordo entre o empregador e o funcionário.

Jornada parcial

Os contratos de trabalho poderão prever jornada de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras, ou até 26 horas, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%.

Intervalo

O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos em jornadas superiores a 6 horas.

Banco de horas

A compensação das horas extras em outro dia de trabalho ou por meio de folgas poderá ser negociada entre empresa e empregado, desde que ocorra no período máximo de seis meses. O empregador que deixar de dar as folgas no prazo terá de pagar as horas extras, com acréscimo de 50%.

Higiene e troca de uniforme

A empresa não precisará mais computar dentro da jornada as atividades de descanso, lanche, interação com colegas, higiene pessoal, troca de uniforme, tempo gasto no trajeto ou período que o empregado buscar proteção na empresa em caso de enchentes ou violência nas ruas, por exemplo.

Trabalho intermitente

A nova lei prevê o trabalho intermitente, que é pago por período trabalhado. Quem trabalhar nessas condições terá férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. O trabalhador receberá o chamado salário-hora, que não poderá ser inferior ao mínimo nem ao dos profissionais que exerçam a mesma função na empresa.

Home office

No home office ou teletrabalho, não haverá controle de jornada, e a remuneração será por tarefa. No contrato de trabalho deverão constar as atividades desempenhadas, regras para equipamentos e responsabilidades pelas despesas. O comparecimento às dependências do empregador para a realização de atividades especificas não descaracteriza o home office.

Demissão consensual

Haverá a possibilidade de acordo na rescisão de contrato, com pagamento de metade do aviso prévio e da multa de 40% sobre o FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado na conta do FGTS. No entanto, não terá direito ao seguro-desemprego.

Gorjetas e comissões

Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas, prêmios, ajuda de custo como auxílio-alimentação, diárias para viagem e abonos não precisam mais integrar os salários e, consequentemente, não incidirão sobre o cálculo dos encargos trabalhistas e previdenciários, como FGTS e INSS.

Remuneração por produtividade

O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produtividade, e trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração que não precisam fazer parte do salário.

Plano de carreira

O plano de carreira poderá ser negociado entre patrões e funcionários sem necessidade de homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado constantemente, mas somente para quem recebe salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS (R$ 11.062,62).

O recurso da arbitragem poderá ser usado para solucionar conflitos entre os empregadores e os funcionários que recebem esse valor. Já para quem ganha menos que R$ 11.062,62, o plano de cargos e salários continuará a ser negociado por meio dos sindicatos.

Equiparação salarial

A equiparação salarial poderá ser pedida quando trabalho é prestado para o mesmo estabelecimento, ou seja, empregados que exercem a mesma função mas recebem salários diferentes não poderão pedir a equiparação quando trabalharem em empresas diferentes dentro do mesmo grupo econômico. Não haverá ainda possibilidade de fazer o pedido argumentando que um colega conseguiu a equiparação via judicial.

Ações na Justiça

O trabalhador que faltar a audiências ou perder ação na Justiça terá de pagar custas processuais e honorários da parte contrária. Haverá multa e pagamento de indenização se o juiz entender que ele agiu de má-fé. No caso de ações por danos morais, a indenização por ofensas graves cometidas pelo empregador deverá ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do trabalhador. Será obrigatório ainda especificar os valores pedidos nas ações na petição inicial.

Termo de quitação

Será facultado a empregados e empregadores firmar o chamado termo de quitação anual de obrigações trabalhistas perante o sindicato da categoria. No termo serão discriminadas as obrigações cumpridas mensalmente tanto pelo empregado quanto pelo empregador.

Caso o empregado queira questionar algo na Justiça depois, terá de provar as irregularidades alegadas na ação, com documentos e testemunhas.

Terceirização

Haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos funcionários da empresa-mãe, como atendimento em ambulatório, alimentação em refeitório, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

Autônomos

A nova lei prevê que as empresas poderão contratar autônomos e, ainda que haja relação de exclusividade e continuidade, não será considerado vínculo empregatício.

Gestantes

As gestantes e lactantes poderão trabalhar em atividades de grau mínimo e médio de insalubridade, a não ser que apresentem atestado emitido por médico de confiança que recomende o afastamento delas durante a gestação ou lactação.

Validade das normas coletivas

Os sindicatos e as empresas poderão definir os prazos de validade dos acordos e convenções coletivas, bem como a manutenção ou não dos direitos ali previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da validade, novas negociações terão de ser feitas, pois o que havia sido estabelecido em convenções ou acordos perde a validade imediatamente.

Plano de Demissão Voluntária

O trabalhador que aderir ao plano de demissão voluntária (PDV) dará quitação plena e irrevogável dos direitos referentes à relação empregatícia, ou seja, não poderá pedir na Justiça do Trabalho os possíveis direitos que perceba depois que foram violados.

Fonte: G1

Ajudante de Eletricista;

- Consultor de Vendas;

Costureira de Máquinas Industriais;

Empacotador, a Mão (PCD);

Manobrista de Caminhão;

Mecânico de Autos;

- Operador de Caixa (PCD);

- Operador de Caldeira;

- Preparador Físico (ESTÁGIO);

Torneiro Mecânico;

Técnico de Apoio ao Usuário de Informática (HELPDESK);

- Técnico de Enfermagem.


Agência do Trabalhador de Rolândia

Avenida Expedicionários, 604 - Telefone: 3255-1118
Horário de atendimento das 08h as 14h.

Três armas de fogo foram retiradas de circulação na tarde deste sábado (11), em Rolândia. A Polícia Militar realizou uma abordagem de uma caminhonete, com três pessoas, que seguia sentido ao distrito de São Martinho. A abordagem ocorreu próximo a entrada do jardim José Perazollo, na PR-170.

Dentro do veículo foi encontrado dois revolveres, calibre 38 e uma espingarda, calibre 22, além de munições de ambos os calibres. Nenhum dos três ocupantes da caminhonete assumiu a propriedade da arma, mas confessaram que estavam indo cassar. Eles foram encaminhados até a 29ª delegacia de Polícia Civil de Rolândia para serem tomadas as providências cabíveis. 

 

 

Segunda, 13 Novembro 2017 09:41

Brasil agora com marca nacional de automóvel

O Brasil está perto de ter uma marca própria de automóvel com a compra da Chery pela Caoa. É um dos países onde tem uma das maiores diversificações de marcas, mas nenhuma genuinamente brasileira. São asiáticas, européias ou americanas. No passado houve a tentativa da Gurgel em criar uma marca brasileira, mas foi vencida pelos problemas e seu sonho acabou.
 
Agora, com a união entre a Chery brasileira e o grupo Caoa, este sonho poderá se tornar realidade. Todos sabem as ambições do “doutor” Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa), o mais agressivo empresário brasileiro do setor automotivo. Fez a sua própria fábrica em Goiás, onde produz vários modelos licenciados pela Hyundai. E nem mesmo a vinda da montadora sul coreana para o Brasil, com a sua própria fábrica, frustrou as operacões da Caoa.
Fonte: Banda B 

 

Sexta, 10 Novembro 2017 16:30

Oktoberfest segue sem prestação de contas

Sem receber pelo serviço de decoração, prestadora de serviço contratada pela festa deixa de retirar os enfeites nas ruas e prefeitura acaba tendo que assumir o ônus do trabalho que deveria ser pago pelos organizadores do evento

O secretário de Infraestrutura, Wanderlei Massuci, revela que o prefeito solicitou a ele a retirada dos enfeites da Oktoberfest que estavam na Av. Interventor Manoel Ribas. Segundo Massuci a pessoa contratada para fazer a decoração da festa também deveria retirar os enfeites da rua após o término do evento, porém alega não ter recebido os valores contratados e por isso não fez a retirada dos adereços.

Após publicação do internauta, Anderson Buss Cardoso nas redes sociais cobrando providências, o jornal Manchete do Povo compartilhou o pedido que logo teve a participação de várias pessoas reivindicando explicações.

Cristiano Moreira Qual a dificuldade técnica para a remoção da decoração? Quais as implicações administrativas? Ou melhor: Há alguma justificativa para a inércia?

Alexandre Alves Me seguro para não fazer comparações, pois posso ser injusto, mas alguns erros são tão primários. Duvido que estes enfeites não dariam para serem reaproveitados se tirados antes de estragarem.

A redação tentou contato com a diretoria da festa, mas o telefone informado só “caiu” na caixa postal. O Objetivo é saber quanto foi gasto com a decoração, de onde veio o dinheiro e se realmente a responsável contratada não recebeu o combinado.

Esta prestadora de serviço também não foi localizada, até o fechamento da edição impressa do Jornal Manchete do Povo.

Há quase um mês do término do evento ainda não foi pulicada a prestação de contas e não se sabe quanto foi gasto em recursos públicos do município para apoiar a festa.

Questionado em outra oportunidade, Amilton Neno da Silva, presidente da Comissão Organizadora da Oktoberfest de Rolândia, garantiu que passará a prestação de contas para a imprensa assim que estiver pronta e responderá os questionamentos do MANCHETE DO POVO em entrevista.

O secretário de Cultura, Fernando Pina explica que da sua pasta não teve verbas despendidas, mas recursos humanos com o trabalho de servidores cedidos para a organização da festa, ele acredita que o maior gasto teria sido com o trabalho da secretaria de Infraestrutura. Por sua vez, Wanderlei, secretário da infra, ressalta que também só teve apoio através de recursos humanos.

O prefeito de Rolândia, Luiz Francisconi Neto (PSDB) anunciou essa semana que conseguiu recursos para um nova UBS (Unidade Básica de Saúde) que deverá ser construída no Jardim Vale Verde.

Ele destaca em sua publicação feita em seu perfil do Facebook que esta é mais uma ótima notícia para a Saúde de Rolândia e um compromisso firmado durante a última campanha. “Viemos trabalhando incessantemente para viabilizar os recursos necessários para a realização dessa obra”, revela.

A notícia explica que se trata da aprovação do projeto para a construção de uma UBS porte III, com valor aproximado de 1 milhão de reais, através do Estado do Paraná, viabilizados pela parceria entre o prefeito, o Governador Beto Richa e o Deputado Federal Valdir Rossoni, atual Secretário chefe da Casa Civil do Paraná.

Por fim Francisconi parabeniza à Secretaria de Planejamento e a todos os envolvidos no processo. “Mas a Saúde pode avançar muito mais. E nós sabemos como fazer isso acontecer. E é isso que vamos fazer! E vamos em frente!”, finaliza.

Sexta, 10 Novembro 2017 15:58

Soldados recebem Moção de Congratulação

A Câmara Municipal fez homenagem com entrega de Moção de Congratulação aos Soldados da Polícia Militar, Wilson Carneiro e Priscila Debona, que no dia 09/09, salvou uma criança que estava engasgada.

A moção foi proposta pela Vereadora Edileine Griggio (PSC), acompanhados de todos os vereadores.

Em um dia, como vários outros de muito trabalho, a dupla de soldados, realizando sua patrulha pelas vias da cidade de Rolândia, por volta de 03h59min da madrugada do dia 09 de Setembro, um veículo em alta velocidade e chamando atenção com a buzina em direção a viatura, dando a entender um pedido de socorro.

A mãe visivelmente aflita saiu do carro com a recém nascida totalmente engasgada e já com mudança de coloração de pele. O policial iniciou as manobras de desobstrução das vias aéreas do bebê e após alguns segundos, a criança voltou a respirar.

Mesmo constando que a menina, de nome Ana Paula Martins de Marques, de apenas um mês de vida, passava bem, a equipe de soldados encaminhou para o Hospital São Rafael de Rolândia. Os pais ficaram agradecidos pela atitude dos soldados.

E por esse motivo a Vereadora Edileine Griggio, juntamente com os demais vereadores, propôs aos soldados, uma Moção de Congratulação pela honrosa, gloriosa, força, coragem, dedicação e destreza nos serviços prestados. Tudo se resume, no compromisso em salvar vidas.

Assessoria de Comunicação Social

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