Esta semana o quadro “Quem são Eles” entrevista o pré-candidato Guilherme Spanguemberg.

MANCHETE: Quem é Guilherme Spanguemberg?

GUILHERME: Sou o Guilherme da Rádio Líder, tenho 36 anos, jornalista diplomado há 12 anos, casado e pai de uma menina que nasce em outubro. Natural de Londrina sou morador de Rolândia há sete anos.

MANCHETE: Há quanto tempo está no PEN (Partido Ecológico Nacional)?

GUILHERME: É um partido novo em Rolândia que nós formamos há alguns meses. Uma agremiação de várias pessoas da cidade com a sigla 51.

MANCHETE: Por que decidiu ser pré-candidato a prefeito?

GUILHERME: Já venho acompanhando as demandas da cidade e como jornalista me envolvo com os problemas, pois às vezes na dificuldade de conseguir respostas do poder público as pessoas acabam recorrendo a nós. Uma coisa acaba levando à outra, porque os problemas chegam até a gente e por isso acabei decidindo me envolver nesse processo todo de melhoria da cidade.

MANCHETE: Não é a primeira vez que se candidata a cargo eletivo?

GUILHERME: Fui candidato a deputado em 2014 e obtive quase cinco mil votos. Praticamente sem recursos, chamados votos selados de pessoas que acreditaram na proposta e optaram pelo meu nome. Me sinto satisfeito em razão de sem recursos ter feito uma votação expressiva para quem não tinha dinheiro em uma campanha.

MANCHETE: Por que candidato a prefeito e não vereador, esse anuncio é um “Balão de Ensaio” para se promover a vereador?

GUILHERME: Não tenho a menor intenção de conceder essa entrevista para você com essa pretensão. O trabalho no rádio me dá essa notoriedade e a minha decisão de ser pré-candidato a prefeito é justamente pela procura da população para que eu faça a intermediação entre os problemas e as soluções. Eu penso que, apesar de o vereador ter um papel importante, talvez no legislativo eu não consiga executar aquilo tudo que a população precisa. Por tanto me lanço a pré-candidato a prefeito para que uma vez eleito tenha o poder da execução. Como vereador me sentiria um pouco frustrado de ser procurado exercendo um cargo público e não poder executar o problema.

MANCHETE: Existe ainda a possibilidade de converter a sua pré-candidatura a prefeito em candidatura a vereador ou já está definido?

GUILHERME: Se depender no nosso grupo eu continuo na pré-candidatura a prefeito, mas não posso dizer para você que dessa água não beberei. Mas, tudo indica que hoje, eu continuo na disputa como pré-candidato a prefeito.

MANCHETE: Você acredita que está preparado para ser prefeito?

GUILHERME: Estou preparado. Tenho muita coisa para aprender como todos nós temos. Mas como ser humano, e por tudo que vivi em minha profissão, pela minha base familiar. Tudo isso me condiciona a fazer com que eu me sinta preparado para exercer um cargo público. Tenho personalidade para dizer sim e para dizer não quando for necessário. Me sinto preparado como homem dentro de uma visão política que eu tenho e venho adquirindo experiência há muito tempo vivendo no dia a dia os problemas da cidade acompanhando de perto as administrações em âmbito nacional, estadual e local.

MANCHETE: Você já tem alguma possibilidade de coligações?

GUILHERME: As conversas já existem, venho sendo procurado e com certeza no momento certo as coligações serão feitas.

MANCHETE: Você está aberto a todas as agremiações ou tem algum partido ou pessoa que você não se coligaria de forma alguma?

GUILHERME: Se for para somar pelo bem do povo eu até aceito ao meu lado quem lá atrás, por alguma razão tenha me feito alguma coisa que de repente eu não tenha gostado. O meu foco não são questões pessoais, mas sim trabalhar pelo bem da cidade.

MANCHETE: Já tem um nome para vice?

GUILHERME: Ainda não, mas algumas conversas já tem se intensificado nesse sentido. E com certeza será um nome que deve agradar a cidade. Uma pessoa nova, não na idade, mas no sistema que venha para somar e ser um vice de verdade e não apenas um vice decorativo, mas sim que possa agregar trabalhando junto com o prefeito.

MANCHETE: Você acha que tem muita diferença entre esta eleição de prefeito para a de deputado?

GUILHERME: Eu acredito que não, nós vamos discutir problemas mais específicos da cidade, porém a disputa, o pedido do voto, o contato com o eleitor é o mesmo. Uma disputa dura, difícil, mas similar àquela que fiz para deputado, embora com assuntos mais voltados para a realidade das pessoas e problemas da cidade.

MANCHETE: Você cita alguma demanda específica de Rolândia?

GUILHERME: Me incomoda muito o desemprego. Mas não dá pra falar em geração de emprego sem pensar na estrutura da cidade. É preciso trabalhar em conjunto, fortalecendo a cidade com incentivos da prefeitura para as empresas, mas pensando na estrutura de uma saúde que funcione. Não pode estar estampada nas páginas policiais afastando o empresário que não vem por saber que morre gente no hospital. Ou falta policiamento, ou se mata em plena luz do dia.

MANCHETE: É possível conciliar geração de empregos e industrialização com sustentabilidade e meio ambiente?

GUILHERME: Com certeza. Nenhuma empresa deve se instalar na cidade se isso for para prejudicar a qualidade de vida da população. Isso tem que ficar claro, pois temos que pensar nas gerações futuras. Esse cuidado vamos tomar o tempo todo.

MANCHETE: Uma mensagem final

GUILHERME: A minha administração será voltada única e exclusivamente para o bem estar do cidadão. Quero cortar gastos desnecessários e aplicar centavo por centavo na qualidade de vida da população. Através do atendimento na unidade básica, no asfalto da cidade, na geração de emprego, na prática esportiva para crianças em situação de risco, no combate às drogas. Fazer um trabalho para a cidade atual, mas pensando também em uma Rolândia daqui 20 anos. A marca da minha administração será a transparência.

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