O ICMS-ecológico como uma empresa

Ele explanou sobre como melhorar a arrecadação do ICMS Ecológico e  utilizar o imposto como forma de proporcionar renda ao agricultor.

Conforme levantamento feito pelo COMDEMA (Conselho de Defesa do Meio Ambiente), Rolândia recebe mais de 5 milhões em ICMS-Ecológico por ano, quantia que ainda pode aumentar e duplicar várias vezes. “O que falta é regulamentar uma lei municipal para beneficiar o Meio Ambiente”, alerta o ambientalista e membro do conselho, Daniel Steidle.

O ICMS-ecológico como uma empresa

Rubens Lei deverá voltar à Rolândia com o quadro político definido após as eleições para explicar o caminho que deve ser tomado.

 

A idéia principal é usar e aumentar o recurso do ICMS-Ecológico com a criação de uma Unidade de Conservação (U.C.) na categoria de REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE aproveitando as duas RPPNs (Reserva Particular do Patrimônio Natural) da região do Rio Bandeirantes do Norte.

Assim o rio poderá ser revitalizado e conectado ao Sistema Cafezal que continua sendo estratégico para o abastecimento de água de Londrina.

O encontro envolveu setor público, agricultores, cooperativas, empresários e a comunidade em geral. Do IAP participou, Ronaldo Siena, Chefe Regional de Londrina, Leliana Casagrande Luiz, Gerente do Parque Estadual Mata dos Godoys que articulou o encontro com o palestrante Rubens Lei.

“O ICMS-Ecológico como uma EMPRESA, nas palavras do Rubens Lei. Quanto mais aplica, mais aumenta! Renda também aos agricultores e garantia de abastecimento de água, hoje e amanhã”. Daniel Steidle.

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