Desinformar para conquistar

Mais uma vez venho aqui falar sobre a responsabilidade em divulgar as informações que vemos nas redes sociais. Essa responsabilidade é muito maior quando se trata de um veículo de comunicação. Essa semana uma mídia divulgou que o hospital que virá para Rolândia seria construído em um terreno ao lado da estação de tratamento de esgoto da cidade.

Tecendo diversas críticas e polemizando o tema formou-se um cavalo de batalha sobre o assunto. De fato, é uma informação preocupante, imagine então um hospital ao lado de esgoto!

É mesmo uma prerrogativa da imprensa investigar e cobrar explicações sobre questões de relevância social. Porém, a referida reportagem se esqueceu, ou preferiu omitir, a informação de que a própria Sanepar já teria em seu plano diretor projeto para desativação da estação.

Quando essa omissão acontece, o que era para ser um serviço para a comunidade se torna um desserviço, pois fica evidente o objetivo de confundir e enganar a opinião pública com clara intenção oposicionista politiqueira.

Isso é um exemplo típico da política do mal, e revela o desejo de que a vinda desse hospital não aconteça. Comportamento típico de uma oposição burra e rancorosa que torce pelo pior pensando que assim soma-se pontos para uma futura candidatura.

A cobrança deve ser feita de forma veemente e aqueles que detém o poder têm a obrigação de se explicar e responderem quando questionados, porém, usar a mídia para causar pânico e torcer pelo fracasso de projetos que beneficiarão milhares de pessoas é no mínimo um ato que deve ser repudiado pela sociedade.

O eleitor deveria ter repulsa de pessoas que ainda utilizam dessa estratégia maquiavélica como forma de derrubar o oponente com a intenção de tomar o poder. Lamentável que ainda existam jornalistas que se prestem a esse papel.

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